Entre tantos tipos marcantes, Chico Anysio deu vida ao pai de santo Painho, ao deputado Justo Veríssimo, ao homossexual Haroldo, ao craque Coalhada e à entrevistadora Neyde Taubaté, além de Bento Carneiro, Lobo Filho, Washington Castro, Salomé (que conversava com o presidente da República), Gastão e Pantaleão.
Outros personagens: Albarde, Al Cafone, Alberto Roberto, Albino, Alfacinha, Alfinete, Apolo, Azambuja, Baiano, Bandeira, Bilac Biruta, Bolada, Bozó, Cascata, Celso Garcia, Divino, Charles Westminster, Cleófas, Comandante Alencar, Corrimão, Clarivaldo, Delegado Matoso, Dona Dedé, Dona Ilária de Gouvâea, Dr.Honório Kauser, Dr.Napoleão e Gamação.
Vieram ainda Capitão Trovão, Calheiros, Caio Malufus, Bruce Kane, Franciscano, Flávio Miralski, João Ninguém da Silva, José Maria, Jovem, Kenny Rocha, Lingote, Linguinha, Mariano, Marmo Carrara, Milton Gama, Nazareno, Nicanor, Olegário Rapp, Painho, Pantaleão, Paulo Brasilis, Pedro Fortes, Profeta, Prometeu, Quirino, Roda Presa, Roubonildo da Afanação, Romero Gordi, Savi Sevic, Silva, Severino Pandolé, Urubulino, Canavieira, Zelberto Zel, Zé da Silva, Tetéu, Tadinho, Tavares, Túlio Bocanegra e muitos outros.
Criaturas essas que lançaram bordões como ‘tô contigo e não abro’, ‘sou um símbalo sescual’, ‘nós somos classe C’, ‘meu garoto’, ‘é vapt-vupt’, ‘sou, mas quem não é?’, ‘calada!’, ‘minha vingança será maligna’, ‘falou!’, ‘eu sou hétero’, ‘eu quero que pobre se exploda’, ‘logo eu com essa cara de macho?’ e ‘é mentira, Terta?’.